Como estar nervoso
e acalmar o
nervosismo?
Um paradoxo
complicado, como um
labirinto
sem saída, infinito.
Bate.
Arrepia.
Pensa.
Chora.
Desagua.
permutar é evoluir
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Não sei
Tem gente que diz que
a gente escreve
melhor nas horas tristes.
Eu não sei.
Costumo escrever bem
quando estou feliz,
e ainda acho que nunca escrevi
quando estive triste.
Mas e nos momentos em que
não sabemos?
Quando não se sabe se está feliz?
Quando não se sabe se está triste?
A gente escreve o quê?
Podemos falar das esperanças,
da sede, da ganância,
da vontade, da lambança.
Ou falar do desespero, do medo,
do repulso ao apego,
do choro, ou até do aperto.
E na verdade isso tudo é
quase que somente uma escolha entre
sentimentos,
pensamentos,
de afirmar ou negar que
aquilo que te faz chorar
pode ou não te fazer chorar.
Se é pessimista, otimista,
materialista, sentimentalista.
Ou simplesmente desprendido.
O que me traz a uma outra indagação,
indignação, percepção.
Será que alguém é desprendido?
É possível não ligar,
não amar,
não se envolver, esconder?
E do que isso seria sinônimo?
De não saber se chora, se sorri?
O que acaba nos levando de volta
à curiosidade das
nona e décima linhas,
que na verdade até mostra que
tudo é a mesma grande merda.
Quem é desprendido? Quem não sente,
ignora, não procura, se esforça?
No fim o sentimento de dúvida
é o mesmo, um desejo.
O pior é não saber.
a gente escreve
melhor nas horas tristes.
Eu não sei.
Costumo escrever bem
quando estou feliz,
e ainda acho que nunca escrevi
quando estive triste.
Mas e nos momentos em que
não sabemos?
Quando não se sabe se está feliz?
Quando não se sabe se está triste?
A gente escreve o quê?
Podemos falar das esperanças,
da sede, da ganância,
da vontade, da lambança.
Ou falar do desespero, do medo,
do repulso ao apego,
do choro, ou até do aperto.
E na verdade isso tudo é
quase que somente uma escolha entre
sentimentos,
pensamentos,
de afirmar ou negar que
aquilo que te faz chorar
pode ou não te fazer chorar.
Se é pessimista, otimista,
materialista, sentimentalista.
Ou simplesmente desprendido.
O que me traz a uma outra indagação,
indignação, percepção.
Será que alguém é desprendido?
É possível não ligar,
não amar,
não se envolver, esconder?
E do que isso seria sinônimo?
De não saber se chora, se sorri?
O que acaba nos levando de volta
à curiosidade das
nona e décima linhas,
que na verdade até mostra que
tudo é a mesma grande merda.
Quem é desprendido? Quem não sente,
ignora, não procura, se esforça?
No fim o sentimento de dúvida
é o mesmo, um desejo.
O pior é não saber.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Indefiniível
O melhor é meu.
E só eu sei. Só eu sinto.
Só eu vejo, e só eu.
Sei que é porque encaixa,
Porque funciona, faz falta.
E sempre volta quando se vai.
Pra você, indefinível. Pra mim...
Indescritível.
Mas que é o melhor, eu sei.
Melhor porque é e meu, e meu por ser
O melhor.
E só eu sei. Só eu sinto.
Só eu vejo, e só eu.
Sei que é porque encaixa,
Porque funciona, faz falta.
E sempre volta quando se vai.
Pra você, indefinível. Pra mim...
Indescritível.
Mas que é o melhor, eu sei.
Melhor porque é e meu, e meu por ser
O melhor.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Sua Presença
E tanto tempo
Depois,
Mesmo que pouco,
Mesmo que muito,
É como se sua
Presença
Fosse tão normal
Que já não
É mais só sua,
É minha.
Depois,
Mesmo que pouco,
Mesmo que muito,
É como se sua
Presença
Fosse tão normal
Que já não
É mais só sua,
É minha.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Assumo
Eu quero
Te querer
Querendo
Te querer.
Quero
Querer-te e
Por ti ser
Quisto.
Quero quisto
Ser. E
Querer
Querendo.
Assumo logo,
Te quero.
Te querer
Querendo
Te querer.
Quero
Querer-te e
Por ti ser
Quisto.
Quero quisto
Ser. E
Querer
Querendo.
Assumo logo,
Te quero.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Nós
Nós que amarram,
Nós que somos,
Nós que grudam e criam nós.
Nós que amamos,
Nós que não desatam,
Nós que viramos nós.
Nós juntos
Nos cantos,
Nós por um e um por nós.
Nós que somos amarrados nós.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Menininha
que bobinha a a menininha
que não percebe as malícias
do amor que a cerca.
que ingênua a menininha.
Assinar:
Postagens (Atom)